Preparando o Natal


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A mais pequenina estrela de Natal – slideshare

Foi numa tarde invernosa, com muita neve, que a professora do Max anunciou à turma que iriam apresentar uma peça de Natal. Todos os meninos ficaram entusiasmados — em especial o Max.
O Max mal podia esperar para saber qual o papel que lhe iria caber… Embora fosse o aluno mais pequeno da turma, esperava vir a ser a estrela do espetáculo!
— Amanhã de manhã, anunciarei os papeis que vão desempenhar — disse a professora.
Na manhã seguinte, a professora do Max disse em voz alta o papel de cada aluno.
Enquanto esperava, o Max não parava de se mexer, de tão impaciente que estava.
— E chegámos ao Max — disse a professora. — Vais ser a estrela.
Os olhos do Max ficaram enormes, de tão feliz que se sentiu. E sorriu com um grande sorriso de orelha a orelha. Seria efetivamente a estrela do espetáculo!
— Vais ser a estrela de Belém. Terás de dizer ‘Sigam-me!’.
O Max deixou-se cair na cadeira.
— Só digo isso? — perguntou. (continua no slide)

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O dia em que fiz o papel de Maria

Quando morávamos à beira-rio, ainda havia invernos a sério: muito frios, com muita neve e cristais de gelo nas janelas.
Quando morávamos à beira-rio, a minha mãe acendia sempre o fogão pela manhã.
Amarrota folhas de jornal e mete-as na portinhola do fogão. Por cima coloca lascas de madeira e depois dois briquetes em brasa retirados da caixa do carvão. Embrulhada na camisa de dormir comprida e branca, ajoelha-se em frente do fogão e sopra com cuidado.
Puxo até ao pescoço o cobertor grosso e observo-a. Faz isto todas as manhãs. Fecho os olhos e ouço a madeira a crepitar.
Quando morávamos à beira-rio, podia ficar na cama até a cozinha estar aquecida. Em seguida, a mãe fazia chocolate quente e colocava à minha frente, sobre a mesa, a chávena cor de rosa com desenhos de nuvens. Continuar a ler