Preparando o Natal

Natal de cinzas – poema

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Natal de cinzas

Na solidão
de um tempo
que os homens ignoram
uma Criança espera.
Na espiral
dos desejos vãos
uma Criança observa
o escoar das horas.
Frágil.
Esqueceu-A a sapiência humana.
O tropel das paixões abafa-Lhe a voz.
Na miragem do ter,
desfeito em cinza
o anseio da Verdade.
Percursos do vazio e do desnorte.
Estrela ausente
do Natal perdido.
Caminho de morte.

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